
Ontem publiquei no Tugir em português, Blog que noutros voos reparto com coisas diferentes destas, o que me ia na alma.
São estados de espírito que fluem sem cor, cada vez que vejo um de nós acabar a travessia. Não é promiscuidade, antes uma forma de estar.
Viva a vida!
“Da vida
Ontem foi um dia especialmente complicado. Envolvências próprias do trabalho, ambientes hostis em produção, digestão da Guerra de Informação/Competitive Intelligence, sistematização e normalização, argumentação familiar, esquizofrenia blogolítica, reencontro na morte, retorno à juventude e à aventura, reunião de condóminos e finalmente recusa de propostas políticas. Um dia cheio de trabalho, cansaço e emoções profundas. Uma noite mal dormida para um despertar sem muitas respostas. Blogoliticamente falando, considerando os indicadores definidos para a vida e aplicando-lhes a métrica há muito definida para medição do desvio aos objectivos planeados, a coisa até nem está mal. Concretização na cadeia de valor, massa crítica privilegiada, agentes de mudança no cepo, oportunidade de melhoria auditada, níveis de ansiedade controlados, meia dúzia de insultos inconsistentes, umas porradas da cerimónia fúnebre com continências e fardas azuis, muitos galões, voo rasante e salva de pólvora seca, jovens com mais trinta anos em cima, almoços em atraso (que é bom realizá-los antes que se tornem impossíveis), rectificação dos parâmetros para mais dois graus de desvio no factor caminho, novas contas por pagar, ligeiros ajustamentos dos milestone definidos para as fases do processo global e uns tantos sapos engolidos.
Um Post complicado.
Noites mal dormidas.
Adeus Liberato.
Coisas da vida.”
Luís Novaes Tito
O Liberato fez a sua última aterragem.